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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A Sindrome do Titanic.






Acabo de ver na íntegra na TV por cabo. Acho que se enganaram!.... Um documentário impressionante e prenhe de auenticidade, esta, que vos apresento é apenas uma "treila", um resumo.Não percam a oportunidade se derem com uma versão completa. Vale a pena..... 

                        António Capucha

  Vila Franca de Xira,18 de Fevereiro de 2013 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Beatas...




A minha amiga paulinha mandou-me um Mail, do melhor site para adultos em português. Depois abre-se e aparace o site das finanças. `e de facto para adultos e diria mais ainda: adultos de sólida formação moral. Que era o que ao seu tempo se dizia ao jeito de critica de cinema nos periódicos ligados à Igreja. Estavam nesse estatuto por exemplo: "O Último Tango em Paris". Estes animais da situação de fecto transformaram as finanças, não num mecanismo de suporte financeiro das acções sociais a que o governo por força da Constituição, está obrigado, Numa coisa que é obscena. Não comparável ao filme em questão, que é uma obra que procura e encontra o rigor da descriçâo de um amor inconcretizável. E, porque desinibido, é assim uma espécie de marco na História do cinema.É uma obra d'arte. Mas para os moralistas de merda da Igreja é uma obra que só pode ser vista por adultos de sólida formação moral. o que em bom português significa. Beatos velhacos e hipócritas, sem remissão. Eu era puto, mas bem os topava, corja de malandros.... Raros eram os que procuravam cumprir com os ditames da doutrina da Igreja. A maioria eram pessoas que tinham que sossegar as consciências batendo com a mão no peito, desesperadamente mantendo as aparências, que lhes garantissem os privilégios sociais que para eles eram tudo. Alguns eram tão eficazes nessas manobras que até faziam parte daquelas comissões da caridadezinha e das ditas obras sociais da Igreja. O velho Padre Moniz tinha um pó a essa gente que só visto... Era vê-lo a correr com elas e eles da sacristia. Dáva-me um gozo do caraças, assistir a estas desbundas. O padre Moniz, acabou por deixar o sacerdócio, não sei exactamente porquê, casou, foi deputado da Assembleia da república, Constituinte no grupo de deputados do PS, que não levou até ao fim. A sua integridade não aguentou as manobras de baixa política a que assistiu, e bateu com a porta....

                                         António Capucha

                      Vila Franca de Xira, 15 de Fevereiro de 2013

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Comunicado




Comunicado a toda a Nação valente e imortal:
- Posto que está, não se dar confiança aos senhores do Governo e até do Presidente, por manifesta maioria de razão, não podem estes pedir a nossa confiança, tão pouco o nosso empenhamento para as suas congeminações. Acrescento eu que seja de que forma fôr, não podem estes tipos, ou qualquer associação de que façam parte, ter o nosso voto nas futuras eleições. Ainda que nos venham com inúmeras promessas e relatórios extremamente animadores, devemos manter a nossa mais severa reserva, a todos os truques baixos que esta gente rasteira irá por certo usar. E entre eles alguns há, extremamente habilidosos na arte da esquiva e da rasteira. Já não falo do Sr. Presidente que de tão quadrado, as contradições irrompem pelas costuras um pouco por todo o lado. Aquilo é um vê se te avias, levanta um braço e lá se vê a "estoria" mal contada das contas do BCP, se levanta os dois num gesto triunfalista, Fica à mostra o negócio do pavilhão do Atlântico, para não falar da verdadeira fortuna do orçamento da presidência, escandalosa face aos sacrificios e cortes nas despesas com funcionários publicos. E para quê? Para fazer de papel d'embrulho nesta cegada toda. Da distanciação que manifestou em relação às teses do governo resultou o quê? Nada, absolutamente nada! O bom naco de disponibilidade do orçamento de Estado para a presidência há-de ser moeda de troca deste estranho silêncio. Isso e a sua recantada falta de jeito para a intervenção política. Em tempos escrevi neste blogue sobre a contradição de termos na presidência um homem que vale mais quando está calado, porque quando fala, entra mosca. 
E do governo, da ausência de caracter, revelada pela carreira universitária do Relvas, aos submarinos e outras velhacarias do Portas, passando pela petulância arrivista da Srª Cristas, e pela falta de humanidade do Gaspar, que fala à "monga". Há de tudo até ao imbecil do Zé das lambretas do Assuntos Sociais. Só falta de facto o tal porco a andar de mota, para dizermos que não nos falta ver nada.  
Não se esqueçam mandem estes melros para o seu buraco de onde nunca deviam ter saído.

                                            António Capucha

                        Vila Franca de Xira, 14 de Fevereiro de 2013


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Crucifixo da minha mãe




Há dias numa reunião, dos manos, em casa do meu falecido pai, uma irmã , a Ninita, deu-me uma cruz em metal com madeira embutida (que ela, a minha mãe, acreditava ter sido da cruz original onde os romanos penduraram o pobre homem), e com o Cristo agonizante nela pregado, foi pretença da minha mãe. Tenho uma vontade enorme de comprar um cordão de prata e pô-lo ao pescoço. Não fora ele o símbolo máximo do cristianismo e já o teria feito, em homenagem à minha querida mãe. Considerando no entanto o simbolismo da imagem do homem, pregado na cruz, para os crentes, a chave da sua crença, eu vejo sobretudo a falta de respeito pela morte dele, explorada até mais não pelos ditadores da fé cristã. Mais próprio seria de uma seita de sádo-mazoquistas que elegem, o sofrimento como meta da salvação... Isso mesmo descrevo alargadamente num "post" neste blogue, de seu nome:" A Breve e Verdadeira "estória" do Atleta", em que se relatam com doses elevadas de ironia, as peripécias da vida do Cristo, suas origens e vida "dito pública". Se o estimado leitor escrever o titulo na barra que diz: "pesquisar neste blogue", na primeira página do blogue, Ele irá apresentá-la, é uma "estória em cinco capítulos, e então entenderá as razões desta minha dúvida: Usar ou não, o crucifixo da minha mãe. Ela era uma mulher profundamente, melhor, genuinamente católica, e não hipócrita como a Santa Madre Igreja. A caridade e o amor ao próximo, para ela não eram palavras vãs, apenas fachada. a sua religiosidade merece-me respeito, porque era autentica. A religiosidade da estrutura da Santa Madre, não!!!!..... 
Mas vão lá e vejam com os vossos olhos. Depois me dirão.

                                           António Capucha

                        Vila Franca de Xira, 13 de Fevereiro de 2013 


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Estado comatoso.




Desculpem lá estar a usar este púlpito para reflectir sobre questões pessoais e intimas, como se fosse o dono dos touros.... Este espaço é nosso, meu e dos leitores amigos e da Google. Mas acho que este assunto é de interesse comum muito embora eu seja o sujeito da acção. É um assunto que tenho conversado com os meus botões vezes sem conta e nunca cheguei a conclusões que me satisfaçam. A questão é a incontornável sequência de   peripécias da minha estada no Hospital. Mas algures alguma coisa no meu cérebro me mandou voltar à vida, e sair daquele estado comatoso em que recordo apenas um sem número de coisas sob a forma de sonho de enorme realismo, e acho , profundamente acho, que algures nessa amalgama de "estórias" tão irreais  como fantásticas, ou que doutra forma me venha a recordar de alguma coisa que explique este desfecho. Isto porque  sou "Materialista Dialéctico" por opção feita há muitos anos  e,  não é agora que vou virar beato, e acreditar na tese do milagre Esotérico, que Deus e os "anjinhos papudos" tenham feito e assim, me tenham presenteado. Mais de metade das pessoas que conheço no entanto acreditam piamente nesta vertente... Mas eu que sou vaidoso, acredito mais na superioridade da mente, sobre tudo o resto. E qualquer pormenor que ainda não valorizei ou lembro, terá sido causa ou efeito dessa opção do intelecto. Seja como fôr não sou ingrato ao ponto de não estar agradecido, a esse seja lá o que fôr A minha desaparecida e querida Mãe, não teria qualquer dúvida em achar que tinha sido um milagre. E já tinha mandado rezar não sei quantas Missas e ido a Fátima uma porção de vazes. Ainda bem que não teve de passar por isto. Isto e o cancro na mama, da minha querida irmã e sua menina "isá", é a mais nova e a que mais tempo esteve em casa dos pais. Pois sem o apoio de qualquer teoria médica, esses davam-me a morte como certa, Não poderia subreviver aos valores que o monitor apresentava, várias vezes prepararam a família para esse desfecho. Pois estavam enganados, não contaram com o marreta que eu sou..... Continuo a pesquisar e remecher nos insondáveis meandros da mente.... Alguma coisa recordarei que fará a diferença e explicará o mistério. E a questão é mesmo essa, trata-se de algo que não sei, que provavelmente nunca saberei, mas tem que haver uma explicação lógica. E a léguas dos conceitos religiosos mais vulgares. Lembro-me é que uma vez sonhei , um daqueles sonhos hiper-realistas, em que um cabrão de um enfermeiro me encheu o peito de murros. Escusado será dizer que tinha por esse profissional de saúde, um ódio de estimação proeminente, e aqui p'ra nós que ninguém nos ouve, ele era um bom sacana... De resto estive em sítios onde é impossível ter estado, uns completa outros parcialmente inventados, a maioria existe mesmo, recuperei de operações que nunca fiz. Até mostrei a sutura no peito a visitas de pessoas muito queridas. E movia-me num enredo completamente falso mas tão real que fazia impressão. O meu subconsciente, tratava de dar a este devaneios uma sequência com alguma lógica, lembro-me por exemplo de expressar a minha admiração à minha mulher, por ela conseguir encontrar-me sempre, quando estava em lugares completamente improváveis. Como se vê havia sempre um lado lógico que mantinha.... Foram claros os sentimentos de muita ternura que as pessoas que supostamente me visitavam, alardeavam. Sou ainda capaz de os sentir, esses sentimentos quentes e amigos. Sei lá, nalgum lado há-de estar a chave que me escancarou de par em par, as portas da vida. Essa é que é essa. E daqui não saio, daqui ninguém me tira, Teimoso? Sou lá agora!!!  Só um bocadinho!!!!!

                                       António Capucha

                  Vila Franca de Xira, 12 de Fevereiro de 2013

                             

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A não perder





A guerra asséptica....



O melhor exemplo da desumanidade dos homens é a guerra. E tem vindo a refinar-se. Actualmente o agressor nem vê os que vão ser agredidos. Sistemas computadorizados, guiam a carga mortal, cada vez mais mortal, até ao alvo e é claro quem estiver nas imediações é pulverizado. Os estrategos cínicos como sempre foram chamam-lhe: "efeitos colaterais". Este pomposo nome não lhe rouba ou,  faz jus, à ignomínia do acto em si. Desumano e impessoal. Coisa de máquinas, cibernético.... Se perguntarem a um piloto dum caça /bombardeiro moderno se matou alguém na guerra ele dirá que não. Não apontou e disparou contra ninguém. Selecçionou um alvo no computador de bordo e o "lazer" guiou a bomba de efeito retardado, capaz de prefurar dois metros de betão armado e só depois explode, foi apenas e tão só um alvo. O romantismo da guerra foi-se, o ir à guerra ser: dar e lavar, foi chão que deu uvas. Dois exércitos que se comfrontam, expõem o peito às balas, que lutam corpo a corpo e que vença o melhor, já foi. Hoje em dia, quem inventa a razão mais plausivel para conseguir licença internacional para agredir o outro, é quem ganha.... Onde hoje se lê: Defesa da Democracia. Ontem lia-se: Impedir o expancionismo soviético. E há muito mais tempo dizia-se: combater os infieis. Ou fazer a guerra Santa. Nunca faltaram razões para os poderosos imporem a guerra aos mais fracos. É uma receita tão velha, quão velha é a nossa civilização judaico cristã.... Nós, os bons, andamos a brincar com o fogo.... Parece não termos aprendido nada com o Vietename,  o Afeganistão, a Bósnia e por aí fora, agora fomos meter a mão num vespeiro. Tunisia, Egipto a Siria etc, à pois o défice democrático, Está-se mesmo a ver o belissimo resultado desta cegada. E quem é que vai pagar as favas quem é? São as antigas metrópoles, pois então..... E a Europa fronteira ao Mediterrâneo. Já se vê!!! Não há acordo de Chengen, que nos valha.... Urge acabar com estes governos Chauvinistas da Europa.... E os fantoches dos dirigentes da UE. A começar no Presidente e a acabar no Durau Burroso.

                                    António Capucha

                Vila Franca de Xira, 11 de Fevereiro de 2013

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Angola hoje......


PS - Enviado por e-mail pelo mano velho. Obrigado

Boa, amigo.....


afonso dias


e
a sopa dos pobres

apresentam o

CD

FADO ALEIXO

Uma edição independente da Bons Ofícios, associação cultural com sede no Algarve.

FADO ALEIXO é o oitavo CD de originais de Afonso Dias, autor e cantor que fez parte do movimento da balada de intervenção, foi fundador do GAC – Grupo de Acção Cultural e continua a cantar e a dizer poesia onde é preciso.
FADO ALEIXO é um projecto que Afonso Dias acalenta há vários anos e que agora se concretiza mercê do apoio da Direção Regional da Cultura do Algarve, da Fundação INATEL e dos Municípios de Lagoa, Loulé, Castro Verde e S. Brás de Alportel.
FADO ALEIXO é um tributo ao mais criativo e sagaz dos poetas algarvios. Talvez o mais moderno e, seguramente, o mais interventivo socialmente. Foi António Aleixo que elevou a voz do povo às alturas de uma arte maior e foi essa arte que o impôs como figura superior da cultura portuguesa.
FADO ALEIXO traz o poeta Aleixo de regresso ao Fado Tradicional que ele mesmo cantava. Porque Aleixo cantava o Fado. E tocava Guitarra portuguesa. 
O Fado é, neste trabalho, sujeito a alguns “atrevimentos”. Desde logo o recurso a instrumentos pouco habituais: piano, fagote, acordeão, percussões, cavaquinho...,  mas também os arranjos que levam o Fado de volta a territórios que influenciou e  o influenciaram  musicalmente - em África, no Brasil,  nas Caraíbas... Um Fado de percursos e fusões.
Porque o Fado é um viandante e um vadio. Que se mistura e se acrescenta com as viagens.

FADO ALEIXO  ficará disponível – on line e no mercado – no final de Fevereiro e terá   4 apresentações institucionais:

em Loulé, no “Café Calcinha”, o café de Aleixo
16 Fevereiro às 16 horas
em Vila Franca de Xira, no Museu do neorealismo
22 Fevereiro às 21,30
em Setúbal, na Associação José Afonso, cujo patrono foi o primeiro a cantar Aleixo
24 de Fevereiro às 16 horas
no Clube Farense, em Faro, cidade onde Aleixo participou, pela primeira vez, nuns Jogos Florais,
em 1937.
1 de Março, às 21,30 horas


 bonsoficios@gmail.com /afonsodias@sapo.pt96 2610734 – 91 9133910

O homem lá tem qualquer coisinha de especial....




PEDIDO DE EMPRÉSTIMO BANCÁRIO

Um advogado de nome Barack Hussein Obama II, na época, 1995,
líder comunitário, membro fundador da mesa diretora da organização sem fins lucrativos Public Allies, membro da mesa diretora da fundação filantrópica Woods Fund of Chicago, advogado na defesa de direitos civis e professor de direito constitucional na escola de direito da Universidade de Chicago, Estado de Illinois (e atual presidente dosEstados Unidos da América) numa certa ocasião pediu um empréstimo em nome de um cliente que perdera sua casa num furacão e queria reconstruí-la.
Foi-lhe comunicado que o empréstimo seria concedido logo que ele pudesse apresentar o título de propriedade original da parcela da propriedade que estava a ser oferecida como garantia.
O advogado Obama levou três meses para seguir a pista do título de propriedade datado de 1803.
Depois de enviar as informações para o Banco, recebeu a seguinte
resposta: "Após a análise do seu pedido de empréstimo, notamos que foi apresentada uma certidão do registro predial.
Cumpre-nos elogiar a forma minuciosa do pedido, mas é preciso salientar que o senhor tem apenas o título de propriedade desde 1803.
Para que a solicitação seja aprovada, será necessário apresentá-lo com o registro anterior a essa data." Irritado, o advogado Obama respondeu da seguinte forma:
"Recebemos a vossa carta respeitante ao processo nº.189156. Verificamos que os senhores desejam que seja apresentado o título de propriedade para além dos 194 anos abrangidos pelo presente registro.
De fato, desconhecíamos que qualquer pessoa que fez a escolaridade neste país, particularmente aqueles que trabalham na área da propriedade, não soubessem que a Luisiana foi comprada, pelos EUA à França, em 1803.
Para esclarecimento dos desinformados burocratas desse Banco, informamos que o título da terra da Luisiana, antes dos EUA terem a sua propriedade, foi obtido a partir da França, que a tinha adquirido por direito de conquista da Espanha.
A terra entrou na posse da Espanha por direito de descoberta feita no ano 1492 por um navegador e explorador dos mares chamado
Cristóvão Colombo, casado com dona Filipa, filha de um navegador de nome Perestrelo. Este Colombo era pessoa respeitada por reis e papas e até ouso aconselhar-vos a ler sua biografia para avaliar a seriedade de seus feitos e intenções. Esse homem parece ter nascido em 1451 em Gênova, uma cidade que naquela época era governada por mercadores e banqueiros, conquistada por Napoleão Bonaparte em 1797 e atualmente parte da Região da Ligúria, República Italiana.
A ele, Colombo, havia sido concedido o privilégio de procurar uma nova rota para a Índia pela rainha Isabel de Espanha.
A boa rainha Isabel, sendo uma mulher piedosa e quase tão cautelosa com os títulos de propriedade como o vosso Banco, tomou a precaução de garantir a bênção do Papa, ao mesmo tempo que vendia as suas jóias para financiar a expedição de Colombo.
Presentemente, o Papa – isso, temos a certeza de que os senhores
sabem - é o emissário de Jesus Cristo, o Filho de Deus, e Deus - é
comumente aceite - criou este mundo a partir do nada com as palavras Divinas: Fiat lux que significa "Faça-se a luz", em língua latina.
Portanto, creio que é seguro presumir que Deus também foi possuidor
da região chamada Luisiana por que antes, nada havia.
Deus, portanto, seria o primitivo proprietário e as suas origens
remontam a antes do início dos tempos, tanto quanto sabemos e o
Banco também.
Esperamos que, para vossa inteira satisfação, os senhores consigam encontrar o pedido de crédito original feito por Deus.
Senhores, se perdurar alguma dúvida quanto a origem e feitos do
descobridor destas terras, posso adiantar-lhes que desta dúvida,
certeza mesmo, só Deus a terá por que Inúmeros historiadores e
investigadores, concluíram baseados em documentos que, Cristóvão Colombo, nasceu em Cuba (Portugal) e, não em Gênova (Itália), como está oficializado: Segundo eles, em primeiro lugar, Christovam Colon, foi o nome que Salvador Gonçalves Zarco, escolheu para persuadir os Reis Católicos de Espanha, a financiar-lhe a viagem à Rota das Índias, pelo Ocidente, escondendo assim a sua verdadeira identidade. Segundo, este pseudônimo não aparece por acaso, porque Cristóvão está associado a São Cristóvão, que é o protetor dos Viajantes (existe inclusive uma ilha batizada de São Cristóvão).
Cristóvão, que também deriva de Cristo, que propaga a fé, por onde anda, acresce que Cristo, está associado a Salvador (1º nome
verdadeiro do ilustre navegador).
Colon, porque é a abreviatura de colono e derivado do símbolo das suas assinaturas"." ( Duas aspas, com dois pontos no meio).
Terceiro, Salvador Gonçalves Zarco, está devidamente comprovado, nasceu em Cuba ( Portugal) e, é filho ilegítimo do Duque de Beja e de Isabel Gonçalves Zarco.
Quarto, era prática usual na época, os navegadores darem às primeiras terras descobertas, nomes religiosos, no caso dele, foi São Salvador (Bahamas), por coincidência ou talvez não, deriva do seu primeiro nome verdadeiro, a segunda batizou de Cuba (Terra Natal) e, seguidamente Hispaniola (Haiti e República Dominicana), porque estava ao serviço da Coroa Espanhola.
Quinto, a "paixão" pelos mares, estava no sangue da família Zarco, nomeadamente em, João Gonçalves Zarco, descobridor de Porto Santo (1418), com Tristão Vaz Teixeira e da Ilha da Madeira (1419), com o sogro de "Christovam Colon", Bartolomeu Perestrelo.
Por fim, em sexto, existem ilhas nas Caraíbas, com referência a Cuba (além da mencionada Cuba; São Vicente, na época existia a Capela de São Vicente, da então aldeia de Cuba).
Posteriormente (Sec-XVI), foi edificada a atual Igreja Matriz de São Vicente.
São coincidências (pseudônimo, nome das ilhas, família nobre e ligada ao mar, habitou e casou em Porto Santo, ilha que fica na Rota das Índias pelo Ocidente), mais do que suficientes, para estarmos em presença de Salvador Gonçalves Zarco e, conseqüentemente do português Christovam Colon.
Christovam Colon, morreu em Valladolid (Espanha) em 1506, tendo os seus ossos sido transladados, para Sevilha em 1509, contudo em 1544, foram para a Catedral de São Domingos, na época colônia espanhola, satisfazendo a pretensão testamental do prestigiado navegador.
A odisséia das ossadas não ficaria por aqui, porque em 1795, os
espanhóis tiveram de deixar São Domingos, tendo os ossos sido
transferidos para Cuba (Havana), para em 1898, depois da independência daquela ilha, sido depositados na Catedral de Sevilha.
Coincidência ou não, em 1877, os dominicanos, ao reconstruírem a Catedral de São Domingos, encontraram um pequeno túmulo, com ossos e intitulado “Almirante Christovam Colon".
Existem na Ilha da Madeira e nos Açores, pessoas da famílias Zarco, descendentes diretos de João Gonçalves Zarco e, conseqüentemente da mãe (Isabel Gonçalves Zarco) de Christovam Colon, disponíveis para darem uma amostra do seu cabelo aos cientistas, para analisar o seu DNA e, para comparar os seus resultados nas ossadas do navegador, se, efetivamente forem as pretensões deste Banco para certificar-se da origem do navegador.
Quanto a Deus, ainda não tenho sua biografia, somente sei que caso a conseguisse, até o maior e mais potente computador do planeta não seria suficiente para comportar um resumo do resumo da mesma, por isso sugiro-vos educadamente e após muito pensar, que, por serem banqueiros e, portanto poderosos, tentem por vossos meios.
Agora, que está tudo esclarecido, será que podemos ter o nosso empréstimo.
                                    Barack Hussein Obama II
Advogado



*O empréstimo, claro, foi concedido.*

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Neo-Realismo



Rotinas....



Das minhas rotinas mais recentes a higiene e manutenção do saco da colonostomia é a mais exigente de todas. Para quem não sabe, uma colonostomia é uma técnica cirúrgica que consiste no corte de uma parte do intestino grosso que está afectado por qualquer patologia. No meu caso tinha um tumor maligno que tinha que ser removido. Depois o intestino vem terminar num buraco feito no abdómen, chamado "estôma" por onde saem as fezes. estas acumulam-se num saco que é colado à barriga e claro tem que ser mudado com frequência. No caso daqueles que eu uso, podem ser esvaziados  para um saco do lixo conforme fôr enchendo. Bom isto é uma conversa de merda! Literalmente.... De merda.... É uma rotina que executo várias vezes ao dia. A experiência é tal, que até já sei  que alimentos provocam o quê, em termos de periodicidade e consistência. Estou perfeitamente adaptado, que não acomodado.... Farei daqui por uns tempos, talvez um ano, uma operação destinada a repor o tubo intestinal até ao olho do cu. Mas até lá, que não me doa a cabeça.... Há para o efeito vários modelos e várias marcas a concorrer entre si, pelo seu consumo, aquelas que melhor serviram os meus objectivos, porque de mais fácil manutenção, compõem-se de duas partes, uma que cola ao corpo chamado "base" e o saco propriamente dito que encaixa na base com  um fecho do tipo das "Tuparueres", com um fecho de segurança. Ainda assim dá trabalho e requer alguma perícia. O que eu penei antes de a adquirir. Grandes sujeiras fiz, até chegar à perfeiçao actual. Como em tudo o mais, o pior já lá vai..... O meu ânimo triunfou sobre o desânimo, que poderia ocorrer, caso eu o permitisse, ou cedesse ao infortúnio.  

                                                António Capucha

                              Vila Franca de Xira, 8 de Fevereiro de 2013

Que viva o teatro....

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Coisas....





Podemos inventar umas quantas coisas, mantê-las durante um certo tempo, com um indice de verosimilhança aceitável. Manter uma vida paralela, inventada e sustentada, durante toda a vida é impossível. Uma coisa é simular um sentimento, outra bem diferente é ter só sentimentos dessimulados, falsos, fabricados, não é humano. Quer-se dizer, eu não me estou a ver nesses fados. Não sei mesmo se alguém o consegue. Sob pena de deixar de ser gente. Acho que temos que ter sempre algo de genuíno, de autêntico. Por vezes temos é que vasculhar bem se queremos descobrir onde reside essa autenticidade. Os actores ao contrário do que muito boa gente pensa, não dissimulam, nem imitam, nem sequer fazem de conta. Tudo o que representam passa por eles, têm que ter algo de semelhante na sua memória afectiva. E o que é isso? É nem mais nem menos que terem em memória os sentimentos que certa realidade suscitou, embora as peripécias estejam por vezes esquecidas ou embutidas entre uma amalgama de "estórias", os sentimentos podem ser reactivados porque estão bem presentes. Sei bem do que falo, fui modestamente actor de teatro amador, e tenho bem presente os mecanismos que me levaram a assumir determinada personagem. As análises que nos levaram à composição de uma personagem, são algo de grande riqueza e intensidade emocional. E essa riqueza recai sobre nós, ficamos seres mais completos. Mas isto é daquelas coisas, só fazendo se pode avaliar disso. Daqui do alto desta valência que sei seguramente sabida, desafio todo vós, estimados leitores, a terem um experiência dramatúrgica e vão ver que se sentirão mais ricos. Não se deixem amedrontar pelas aparências, pelos estatutos que são conferidos aos actores. Isso é o lado falso da questão... Não se deixem enganar..... 

                                                    António Capucha

                                 Vila Franca de Xira, 7 de Fevereiro de 2013  

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Jogatina




A consola de jogos do Francisco morreu, foi p'ró Céu. Paz à sua Alma. Atenção que isto não é "banacau" é um acontecimento de enorme relevância. Mas ele que é quase Engenheiro , vai tentar arranja-la e se ela não fôr reparável, vende-a ao preço da uva mijona, vende os jogos todos e compra um computador novo. Querem um espírito mais prático do que este? Eu não conheço... Mas eu conheço pouco , não passo de um "cota fatela" que não entende nada de jogos e do resto....Claro e vou ter que aprender a viver com a minha ignorância, que é tanta que sufoca.... Entretanto já chegou a uma conclusão, fez um diagnóstico, e, se bem o conheço, vai conseguir repará-la. É assim desde miudo, a primeira vez que arranjou um computador com avaria de Hardware, tinha ele onze anos. Hoje passa a vida a trazer para casa computadores de amigos e colegas para reparar. desta feita a avaria é sobreaquecimento. Já anda a magicar uma solução, não tarda nada está pronta para outra. è assim o meu rapaz, claro que isso me deixa orgulhoso. Sei bem distinguir gato de lebre nestas coisas, fui toda a minha vida profissional técnico dessas coisas da electrónica e tinha algum instinto para a reparação. Mas ele é diferente, é mais realizador, apenas me faz um bocado de impressão a desarrumeção da sua bancada de trabalho.Mas o que é certo, é que ao fim não sobram parafusos, que é o erro mais frequente nestes expontâneos. Merece a minha admiração e o meu respeito pessoal e profissional....
Parabéns senhor engenheiro....

                                                 António Capucha

                                Vila Franca de Xira, 6 de Fevereiro de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O pirata da perna de pau....




Não sei o que me terá dado, mas o que é certo é que durante o período em que estive hospitalizado, me recusei a toda  qualquer actividade que me ajudasse a passar o tempo, passou pastoso e grosso de tal forma que senti todo e qualquer minuto a passar. Não sei, não consigo entender porque o fiz, mas fi-lo consciente de que iria sentir o peso de cada instante que passasse. Uma simples leitura de um livro, o computador para escrever e ver coisas na "net", ou ver filmes. Nada, até me irritei com a insistência das pessoas que achavam isso estranho. Reacção esquisita de facto. Não podia levar-me a qualquer parte, a qualquer resultado positivo. Mas o que é certo é que me trouxe são e salvo da maior provação que tive que enfrentar. E, muito importante, sem ressentimentos com as maleitas subsequentes. Não me distraí de qualquer coisa que me tenha acontecido. Senti o peso de tudo o que me fizeram e não restaram marcas. Que me lembre não verti uma lágrima que fosse, quando percebi que me tinham amputado a perna esquerda, pelo contrário o meu primeiro pensamento foi para me imaginar com uma prótese a caminhar em segurança. E estou cada vez mais perto de concretizar esse pensamento. Acidentes de percurso? Pois concerteza que sim! Esta deficiência faz-se notar com toda a violência de que é capaz. Mas não chegou para esmorecer o meu sonho. Voltarei a andar pelo meu pé, dê lá por onde der. . No Montijo até costumava brincar com o assunto dizendo que o mais complicado é que teria de comprar um papagaio para pôr ao ombro quando pusesse, a perna de pau. E tinha que aprender as canções de piratas sem esquecer a pala no olho. Porque cara de mau já eu tinha.    

                                      António Capucha

                    Vila Franca de Xira, 5 de Fevereiro de 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Surdez....




Atendi uma chamada e fiquei sem saber com quem falei. Isto está está a ficar cada vez mais grave tenho que ir ao Hospital fazer uma lavagem aos ouvidos, que estão cheios de merda. De principio, quando a surdez se agudizou até me dava um certo gozo, uma boa parte das vezes a nossa atenção é requerida, é por causa de trivialidades escusadas até incomodativas, de modo que com a minha surdez, achava-me dispensado de me ralar com semelhantes coisas. Mas já começa a ser demais, tenho a exacta noção que estou a perder coisas importantes, em quantidade e qualidade apreciaveis. Só que receio , muito fundadamente que para fazer uma simples lavagem aos ouvidos me tenha que chatear um bocado. Isto porque os Sr.s Dr.s não gostam de fazer o que lhes pedimos, preferem obrigar-nos a precorrer todo o Calvário de "chafaricas", porque eles é que sabem o que nós queremos ou deixamos de querer. E no nosso sistema de saúde, nós os utentes estamos em último lugar da hierarquia da medicina. Onde os Dr.s ocupam os lugares de topo. E assim por aí fora, depois os enfermeiros agarram a parte do poder que lhes está conferida e exercem-no até ao despudor, depois vêm os admitnistrativos com a sua burocracia e chateiam-nos o que podem  e por fim maqueiros, auxiliares disto e daquilo, também têm que fazer o gosto ao dedo e depois então de termos servido toda  a escala de importância dos funcionários, então lá nos fazem aquilo que poderiam ter feito há mais tempo e que era exactamente aquilo que queríamos. Poupar-se-ia muito tempo e meios se nos fizessem aquilo que queríamos logo ao principio, mas enfim.... E atenção, sei o que digo , oito meses de hospitais, deu-me bem para entender este fenómeno. Mas é infelizmente a triste realidade.... O que eu penei, nas mãos daqueles tiranetes... Oito meses de terror. O engraçado é que não foi pelo que me fizeram, uma operação quadrupla em oito horas, mas pelo que não me deixaram fazer nos restantes oito meses, em que tive de cumprir todos os rituais de que eles se lembravam.... Tortura autentica e descabida como por vezes cheguei a debater com os enfermeiros. Contracensos totais e absolutos, apenas porque eram norma ou hábito.... Mas nunca me entreguei, regateei sempre, não levaram a melhor, nunca me submeti...

                                             António Capucha

                            Vila Franca de Xira, 4 de Fevereiro de 2013

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O "Jaquim"...


Nascimento do homem novo


Através de correio electrónico, tive noticias de um querido e velho amigo. Coisa tão agradável ainda reforçada pelo facto de me ter dito que era leitor assíduo deste modesto e despretencioso blogue. Não imaginam o prazer que isso me dá! Quem o conhece sabe quem é o Joaquim Alberto, Norte e referência para todos nós, os que de alguma forma conhecemos o 34. Foi a sua influência que forjou e temperou o nosso sentido de justiça. Centro e Alma viva do 34, o "jaquim" através do seu exemplo, deixou-nos um legado e o estofo do mítico "HOMEM NOVO": Nos mais simples actos da vida, a sua simples postura era um padrão de comportamento, fosse pela amizade autentica que tinha por todos nós,  mais novos que ele, tratando-nos como iguais, quando o não éramos. Fosse pela ternura com que tratava os menos capazes... Lembro ao acaso a ternura que sentia, visivelmente sentia, pelo pobre do Victor, que morreu cedo demais vitima do alcoolismo extremo. Sem paternalismos, mas também sem agressividade, era por este tipo de razões que ganhou o nosso respeito. Respeito que não era só da nossa parte, dos rapazolas, os mais velhos e gente "importante", respeitavam-o igualmente. 
Figura incontornável, deixou uma marca indelével na sociedade de Vila Franca. Os pomposos "importantes" da oposição ao regime de então, cá do burgo, renderam-se à espontânea autenticidade e riqueza da sua personalidade. Por detrás do seu ar de cigano e maltez, estava uma sólida cultura que não alardeava, mas que despontava nas mais pequenas coisas.
Amigo muito querido, que aqui recordo, estivemos juntos há dois anos numa festa da "naftalina". Tinham passado quarenta anos sobre esses tempos gloriosos. Que deixam saudades, não só porque era mais novo, possante, saudável e bonito, mas porque foi o tempo em que aprendi a ser o cidadão de que me reclamo. E aprendi com os melhores, se me permitem a veleidade....

                                   António Capucha

                 Vila Franca de Xira, 1 de Fevereiro de 2013

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Na nêspera....



Levar na nêspera, ou mesmo na ameixa, não é coisa que se faça assim do pé p'rá mão. Não sei exactamente o que significam semelhantes expressões, mas tudo leva a crer que terá conotações lúbricas. Uma vez que não me passa pela cabeça ver uma nêspera ou uma ameixa a ser chicoteada ou simplesmente espancada. Sim que mal nos teria feito para merecer semelhante trato? Já da sua conotação lúbrica, não se pode dizer o mesmo. Normalmente arredada da nossa fruteira, esquiva e simultâneamente provocante, está madura no ramo mas fora do alcance. Como quem diz: estou aqui mas se me queres tens muito que trepar.... O mais das vezes está encoberta por uma floresta de parras e gavinhas e só a podemos adivinhar. Mas só de o fazermos, salivamos abundantemente com o cão de Pavlov....Erra a Santa Madre Igreja, quando atribui à pobre maçã, todos os males do mundo. A discreta e nutritiva maçã, está longe da perversão duma nêspera, ou duma ameixa. Até o pêssego, tal como o damasco, com a sua penugem, é mais perverso  que a inocente maçã, mas que querem, os Céus têm destas coisas.... É assim.... Primeiro, sonegam-nos frutos absolutamente indispensáveis à boa nutrição e impingem-nos uns querubins de rabinhos rosados como leitões de piças minusculas e ares seráficos, e insinuam como malditas as nêsperas, ameixas, pêssegos, damascos e até veja-se, a impoluta maçã. Caramba, não há cu que aguente....  Todas estas expressões, sentidos e significados, me escapam, á análise lógica das coisas tal como são. Concordam comigo, não é verdade?

                                          António Capucha

                          Vila Franca de Xira,31 de Janeiro de 2013

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Textos....




Os dedos correm céleres o teclado negro à sua frente. No monitor, à quase perpendicular do teclado, o texto ía ganhando forma, sentido!! As ideias aclaravam-se e íam sendo mantidas em memória. No canto superior esquerdo do monitor diz-se: Blogger: Peroração - Criar. E era o que estava a decorrer, o processo criativo do texto para o blogue. As ideias, paravam e recomeçavam a organizar-se segundo uma sequência lógica, escorreita.... Princípio de ideia, letra grande, fim de ideia ponto final, ou reticências, se a ideia ficou dúbia, ou de dualidade de valências,- se se insinua menos do que seria possível. Se fôr peremptória, termina-se com ponto de exclamação e se interrogativa, com ponto de interrogação. Às expressões novas, neologismos, ou imprecisas, isolamo-nas com aspas, e carregamos nas tintas se a ideia é grandiloquente, e esbatemo-las se forem supreficiais. Frivolidades, não são admitidas. Como se vê, macânica simples e directa, bem óleada....É assim que se faz, melhor: é assim que faço.  O resto é "estória" e começa assim. Era uma vez uma pàgina do processador de textos do blogue, em branco... Depois a vontade de cumprir a missão que a mim próprio me impus faz o resto, e pronto, já está feito, não vos chateio mais com prosápia da treta...

                                      António Capucha

                  Vila Franca de Xira,30 de Janeiro de 2013